O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.
O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.
O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.
O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.
O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.
O sentido das árvores é para cima, sempre para cima e de lá, nos seus pináculos, levantam voo com as raízes bem assentes na terra, assim o sabem todos, uns mais que outros, claro está.
"“Quem vem lá?”, perguntou a Medusa, perscrutando com o olhar o falso manjerico. “Sou eu, minha amada”, disse o Perseu..."
Cinco amigas, muito amigas, virtuosas nos talentos e orgulhosas na sua cidade reúnem emoções à volta de uma chávena de chá, escrevendo novos capítulos para uma história Lisboeta.
Um velho puxando uma carreta, na carreta muitos livros, nos livros imensas possibilidades e nelas a maior de sempre: aprender a ler. Adquirindo a sabedoria por mérito ou feitiço de um grilo cantante. Novos mundos se prometem nas palavras desta estória.
Numa noite de mau tempo, um exausto soldado atirava ouriços de castanhas aos céus e presenciara com um velho mendigo o milagre do verão de S. Martinho.
Uma estória que vem de muito longe, que foi cantada e louvada, que foi remédio, combustível e alimento de tantos e tão diferentes povos e culturas.
Um galo enervante, chorava os perus no natal. Um enervante galo, interrompia a missa. Um rol de aldeõezinhos, andava já com ele pelos cabelinhos! Um galo enervante; uma fuga e uma foice foi tudo quanto se precisou para acabar uma estória mesmo como começou.
Uma menina e uma joaninha com pintas nas asas e asas nos pés.
Uma menina e uma joaninha que de mensageira entregava cartas escritas.
Uma menina e uma joaninha com sonhos nas asas e magia na estória.
Na dualidade dos caminhos, por qual optar? Por este, aquele ou ainda o outro? Tantas são as opções no crescer que agora, que posso escolher, rodopio na dúvida como um pião.
Uma civilização perfeita em pleno Atlântico, que nas suas vozes detinham o belo. Poder, guerra, e alguns pecados depois, acaba-se a civilização, ficando os canários com as suas belas cores.
Um melro ferido que roubara uma hóstia, um amigo que mandava pedras a pássaros pousados ou um pintor do abstracionismo são, evidentemente, boas razões para voar na verticalidade desta estória.






















